As coisas mais simples costumam trazer as maiores soluções, porque suavizam a
nossa pegada sobre a Terra, permitindo-nos acessar mais facilmente outras
dimensões e assim adquirir a experiência da Totalidade.
Não existe ecologia sem economia. Imagine então a economia de energia
(=tempo), interna e exterior, que representa o frugivorismo.
Difundir o Frugivorismo é valorizar a Árvore, e a Agrofloresta é, em muitos
níveis, a grande solução para a problemática ambiental.
Ao observarmos a perfeição da “solução†do Frugivorismo, se torna mais
fácil ser “ao menos†vegetariano e ter por meta a verdadeira dieta do
Paraíso, o Frugivorismo.
Dentro desta “lógica do menorâ€, costumamos propor também o Frugivorismo
como “alternativa†viável para aqueles que aspiram por “viver de luzâ€.
Ao menos estaremos vivendo daqueles seres que vivem de luz –as plantas,
especialmente se as ingerimos cru. E não existe “produto†da natureza mais
vivo do que o fruto, a “oferta†da planta.
As frutas são a forma mais sábia -e satisfatória- de comer para viver, e não
viver para comer.
A dieta ideal não é de fato o Frugivorismo, mas o Frutivorismo, incluindo as
nozes e afins, assim como frutas secas. Por vezes se incluem frutos como
tomates, beringelas e pimentões. O ideal é priorizar os frutos de árvores, em
função da qualidadede do produto e do porte e da longevidade da planta.
O homem é onívoro apenas em função da sua importância suprema na Criação,
porém ele também paga um alto preço para valer-se disto.
Mesmo o vegetarianismo ainda preserva muitos problemas inerentes à dieta
carnívora, predominando a necessidade de terem muitos dos seus produtos
processados antes da ingestão. Por isto, o vegetarianismo deve ser
necessariamente considerada como uma dieta-de-transição.
As frutas são a verdadeira resposta ao conjunto da natureza humana.
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